quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Enlace ao flickr

Prudência, look right!

Como non escribo nada deixo o enlace para quen quixer ver algunha foto que ponho no flickr

Xa sei que non é o mesmo, nin me dá a mesma satisfacción que a escrita, éche o que hai

Beijinhos para todos e desculpas por desaparecer así

6 comentários:

zeltia disse...

Pois grazas!
Ás veces tamén me paseo polo Flirck, sobre todo buscando imaxes para ilustrar os meus posteos.

e no tocante ao teu blog, eu ainda teño moito que ler!. -cando cheguen as choivas e o frío-

Bicos!

rui disse...

Es un caso extraño de perseverancia!
Biquiños

Anabela Magalhães disse...

Pois não é a mesma coisa, não, mas que habemos de hacer? É assim que se escreve, Rui?
Biquiños

rui disse...

Em espanhol é "¡qué le vamos a hacer!"
Em galego eu digo "que se lle vai facer!"
(já não arrisco a dizer que em galego é assim ou assado, há tanta gente que sabe!)
Também poder-se-ia escrever "que se lhe vai fazer!" para aproximar a grafia com o português, já sabes, para evitar a morte por isolacionismo, mas se são poucos os que escrevem com a normativa do ñ, os do nh são quatro

Anabela Magalhães disse...

kakakaka... gostei do quatro!

rui disse...

não estava a falar no português, é no galego que pensava. A normativa oficial do galego está feita para que seja compreensível para o espanhol, para aproxima-la do espanhol e fazer mais fácil que a gente o assimile (porque há muitas pessoas que tiveram educação em espanhol e com a grafia portuguesa ser-lhes-ia muito difícil de ler). Existe uma outra, a normativa reintegracionista (por oposição á oficial, chamada isolacionista, visto que nos afasta da lusofonia) Esta outra grafia está pouco estendida, eu calculo que da gente que escreve em galego menos do dez por cento o faz em reintegrado.

E agora uma concretização: na grafia pseudo-portuguesa, nem escreves galego, nem português. Todas as terminações são terminaçons, não é nom, pão é pam, enfim, já tenho escrito um post sobre o tema.

Tu vês o que acontece quando falas em línguas, acelero-me!

Beijinhos, Anabela